Para um amigo que amo os meus sinceros parabéns.
Não é preciso fazer um longo post nem dizer-te repetidamente que te adoro.
Para te dizer a verdade fazes parte da minha família , és parte do meu núcleo familiar e és um dos meus apoios vitais.
Hoje que fazes anos , desejo sinceramente que Deus te conceda uma vida feliz, um dia maravilhoso, e um Futuro repleto de momentos muito felizes.
Para ti Carlos os meus sinceros parabéns.
Será que somos pessoas de coragem? E se temos coragem, teremos a força necessária para enfrentar o caminho em que a coragem nos leva?
Muitas vezes ficamos perdidos na vida , sem sabermos se precisamos mais de forças ou de coragem.
Na maior parte dos casos precisamos da conjunção das duas, embora existam circunstâncias que nos peçam ou mais força ou mais coragem.
É preciso apelar à força para permanecer sem desistir, mas é preciso coragem para não ser um ditador.
É preciso ter força para nos defendermos, mas é preciso coragem para não revidarmos na mesma moeda.
Sempre que ganhamos uma guerra demonstramos força, mas quando a sabedoria mostra que não é possível a vitória, é preciso coragem para a rendição.
É preciso ter força para estar certo , mas é preciso ter coragem para admitir erros.
É preciso termos força para nos mantermos no caminho, mas é preciso coragem para nos mantermos firmes.
É preciso ter força para amparar um amigo na dor , mas é preciso ter coragem para não cairmos com as nossas próprias dores.
Somos fortes quando escondemos dos amigos as nossas dores e medos , mas temos coragem quando nos expomos e pedimos carinho.
É preciso ter força para suportar o abuso e a falta de respeito dos outros , mas é preciso coragem para fazer mudar isso.
Demonstramos força quando fazemos tudo sozinhos , mas é muito maior a coragem quando assumimos a nossa fragilidade e pedimos ajuda.
Teremos que ser fortes para aceitar os desafios que a vida nos propõe e coragem para aceitarmos as nossas fraquezas.
Só a coragem de reconhecermos a nossa ignorância nos dá a força necessária para lutarmos por um maior conhecimento.
Somos fortes quando lutamos contra atitudes desonestas , mas somos corajosos quando resistimos à tentação de lhes ceder.
Temos que apelar a toda a nossa força quando evitamos as tentações e à nossa coragem quando confessamos que às vezes também nos deixamos arrastar.
É preciso muita força para lutar contra a injustiça , mas é preciso ter muita coragem para viver de forma justa.
É preciso força para lutar sempre pela verdade, mas é necessário muita coragem para sermos sempre verdadeiros perante os outros e nós mesmos.
É preciso força para lutar pela paz , mas é necessária coragem para espalharmos paz e vivermos em paz.
Às vezes é preciso apelar a toda a nossa força para falarmos, mas é muitas vezes precisa muita mais coragem para nos calarmos.
É preciso ter força para falar contra os insensatos , mas é preciso ter coragem para não nos levarmos pela insensatez.
É com força que se constrói o património material , mas é com muita coragem que se preserva o moral.
É preciso ter força para suportar as dores do amor, mas é preciso ter coragem para saber dar-se ao amor.
É preciso ter força para sobreviver neste mundo , mas é preciso ter coragem para aprender a viver de verdade.
É precisa muita força para vencer os problemas da vida , mas é preciso coragem para ter fé num amanhã melhor.
A força e a coragem são duas virtudes que nos permitem vitórias tanto a nível exterior como interior.
O acto humano que requer maior força e coragem é reconhecer as nossas limitações e vencê-las.
Sinto saudade de café e pão com manteiga, de ver pessoas abraçadas na rua com o desejo no olhar, do bom dia doce da minha mãe, de roupa estendida no varal com o cheiro bom a sabão, sem o odor enjoativo desses produtos de agora.
Tenho saudade de acreditar nas instituições, de sentir segurança ao ver a policia na rua, de me emocionar ao cantar fardado o hino Nacional, de acreditar que todos sentíamos amor e respeito pela Pátria.
Tenho saudade de noticias boas, de ler que as crianças pobres não têm só uma refeição quente por dia, de saber que os filhos dos feirantes que dormem numa caravana têm um filho na faculdade.
Tenho saudades do tempo em que tínhamos que fazer a corte às mulheres,
Tenho saudades de olhar os governantes e rever-me neles, de sentir a justiça na forma de gerir o Pais.
Tenho saudades do tempo em que se punia quem merecia e em que a prisão era o destino dos ladrões.
Hoje vão de férias para as Caraíbas...
Tenho saudade de comer frango criado no campo, de comer comida com gosto e não com o saber a papel em que a industrialização a deixou.
Tenho saudade de beber leite da vaca, perfumado e doce como só a natureza o sabe dar.
De beber champagne só em datas felizes,
De ver os homens vestidos como homens, de amores com final feliz, de ver um filme e acabar em lágrimas.
De sorrir na rua e ver retribuído o sorriso,
Tenho saudades de ouvir dizer "obrigado" quando espero para que alguém passe, quando dou passagem, quando cedo a cadeira...
Tenho saudades da porta aberta da casa da minha mãe que sempre acolhia quem chegava, e tenho saudade do tempo em que a frontalidade não era vazia de educação.
Hoje as pessoas são mal educadas e dizem o que querem em nome de uma frontalidade que dizem ter e que é só falta de educação,
Tenho saudades do tempo em que se sabia reconhecer os erros e pedir perdão.
Tenho saudades de ver TV sem ser asfixiado por montanhas de publicidade, saudades de assistir às noticias sem ter que ver a falta de critério e de isenção ao nível da informação.
Sinto saudades do tempo em que o abraço era mesmo um abraço e em que a desconfiança não reinava.
Tenho saudade de ver as mulheres corarem quando se falava de sexo.
Hoje em nome da dissolução de tabus , o sexo é tão banal, que o fazia banalmente antes de me apaixonar, como se não fosse uma entrega , é uma coisa quase mágica que até eu banalizei por me ser tão oferecido, sem amor e como arma de sedução apenas.
Tenho saudades acima de tudo das certezas que já tive noutros tempos, das convicções e das regras que ficaram obsoletas, de todas as minhas fantasias de menino , que hoje seria ridículo ensinar aos meus filhos.
E tenho pena deles , muita pena, porque hoje já não é permitido nascer-se criança.
Gonçalo precisamos de mais homens como tu. Homens que como tu respeitam a ética, que tenham como tu a noção da responsabilidade social, que respeitem as pessoas e não as olhem como números a organizar e a gerir , mas sim em concordância com o amor universal.
Precisam-se de mais pessoas , apaixonadas, apaixonadas por gente , pelo trabalho, pessoas que como tu saibam ver no próximo um irmão. Precisamos de pessoas como tu , de brilho no olhar e de comportamento humano irrepreensível, pessoas com coragem de dar aos outros as condições para que cada um ocupe o seu lugar em constante crescimento.
Precisamos de pessoas sonhadoras e coerentes como tu, capazes de visualizar um novo amanhã, capaz de criar estratégias negociais sem nunca esquecer a felicidade de quem precisa integrar esses projectos.
Precisamos de mais pessoas como tu , que sabem trabalhar , sabem ser felizes e fazer sucesso.
Precisamos de pessoas como tu, capazes de mostrar que o mundo se faz ao inverso da história, pessoas como tu que não ligam a mínima para o que dizem os políticos sobre capitais, crise ou capacidade de reestruturação, e que fazem acontecer ouvindo o seu coração e a sua experiência.
Precisamos de pessoas como tu , que para além de uma vasta cultura a nível de idiomas , fala também a linguagem do amor.
Pessoas como tu, que sabem mudar o mundo , mudando as atitudes.
Precisamos de corações como o teu, que saibam amor, pessoas como tu, que recusam as hierarquias, pessoas como tu que com um sorriso destroem paradigmas,.
Precisamos de pessoas como tu, que sabem viver o amor e o vivem na sua própria vida e o estendem à vida dos outros.
Pessoas como tu, com um amor cheio de paz, amor que assenta na compreensão pelo outro, um amor partilhado a todos, com uma intensidade quase Divina, um amor especial como Deus gosta.
O mundo precisa urgentemente de pessoas como tu, Gonçalo, pessoas capazes de implantar outras ideias no mesquinho mundo actual, sem receio de se darem ou de os acharem loucos.
Precisam-se de pessoas especiais como tu, cuja felicidade consiste em realizar as verdades, e não apenas em ouvi-las. Precisamos de pessoas como tu querido, que nos devolvem a inocência pura da alma humana.
Que Deus te abençoe e te proteja sempre.
Dos Amigos
Pedro L. de Castro e Nuno F. de Mello
Quando crianças quem não gostava de lançar pipa como se diz no Brasil ou lançar papagaios de papel como se diz em Portugal?
Creio que todos , mas se repararmos bem eles só voam contra o vento.
Por muito frágeis que sejam , eles voam contra a corrente do vento.
Não deslizam pela brisa , procuram a tempestade do vento contrário.
E isso ensina-nos que para crescer interiormente e subir na vida , temos que encontrar em todo o vento contra , uma oportunidade favorável.
Temos que buscar a sabedoria de aprender uma lição com cada dificuldade.
Nunca esquecer que se Deus nos concede um céu imenso e lindo é porque certamente também nos deu a capacidade de o alcançar.
E também nos dá a capacidade de sonhar, de projectar , porque a par com isso , nos dá a capacidade de realizar.
Não existem sonhos impossíveis, existe é pouca predisposição para lutar por eles.
O medo e o comodismo são o cemitério dos sonhos e dos projectos.
Muitas vezes perante uma impossibilidade comentamos que tal coisa não se fez porque Deus não quis.
É cómodo pensar assim , ficamos de consciência tranquila , porque cremos que fizemos da melhor forma , mas que uma vontade suprema se ergueu e não permitiu.
Isso é falso, Deus não nos impõe limites , iria contra o livre arbítrio de cada um.
E até nos dá como qualquer bom pai, uma oportunidade de agarrarmos aquilo que tanto queremos.
É a nossa visão pequena que não nos deixa perceber a oportunidade.
Ou o medo, a insegurança , ou pior que isso o comodismo.
Quem quiser ser bem sucedido, terá que fazer como o papagaio de papel, usar o vento contrário para subir cada vez mais alto.
A incapacidade de voar é nossa , porque só queremos vento de feição e isso não nos permite o voo.
Dados científicos
Os dois primeiros casos conhecidos da nova gripe (vírus A/H1N1, estirpe S-OIV) diagnosticaram-se na Califórnia (EUA) no dia 17 de Abril de 2009 [1].
A nova gripe não é nova por ser do tipo A, nem tampouco por ser do subtipo H1N1: a epidemia de gripe de 1918 foi do tipo A/H1N1 e desde 1977 os vírus A/H1N1 fazem parte da época da gripe anual [2]; a única coisa que é nova é a estirpe S-OIV [3] [4].
Cerca de 33% das pessoas maiores de 60 anos parecem ter imunidade a este tipo de vírus da nova gripe [5].
Desde o seu início até 15 de Setembro de 2009, morreram com esta gripe 137 pessoas na Europa e 3.559 em todo o mundo [6]; há que ter em atenção que anualmente morrem na Europa entre 40.000 e 220.000 pessoas devido à gripe [7].
Como já disseram publicamente reconhecidos profissionais de saúde – entre eles o Dr. Bernard Debré (membro do Conselho Nacional de Ética em França) e o Dr. Juan José Rodriguez Sendin (presidente da Associação de Colégios Médicos do Estado espanhol) –, os dados desta temporada, pela qual já passaram os países do hemisfério Sul, demonstram que a taxa de mortalidade e de complicações da nova gripe é inferior à da gripe anual [8].
Irregularidades que têm de ser explicadas
Em finais de Janeiro de 2009, a filial austríaca da empresa farmacêutica norte-americana Baxter distribuiu a 16 laboratórios da Áustria, Alemanha, República Checa e Eslovénia, 72 kg de material para preparar vacinas contra o vírus da gripe anual; as vacinas tinham de ser administradas à população destes países durante os meses de Fevereiro e Março; antes que qualquer destas vacinas fosse administrada, um técnico de laboratório da empresa BioTest da República Checa decidiu, por sua conta, experimentar as vacinas em furões, que são os animais que desde 1918 são utilizados para estudar as vacinas para a gripe; todos os furões vacinados morreram.
Investigou-se então em que consistia exactamente o material enviado pela casa Baxter e descobriu-se que continha vírus vivos da gripe das aves (vírus A/H5N1) combinados com vírus vivos da gripe anual (vírus A/H3N2). Se esta contaminação não tivesse sido descoberta a tempo, a pandemia que, sem base real, as autoridades sanitárias globais (OMS) e nacionais estão a anunciar, seria agora uma espantosa realidade; esta combinação de vírus vivos pode ser particularmente letal porque combina um vírus vivo com cerca de 60% de mortalidade mas pouco contagioso (o vírus da gripe das aves) com um outro que tem uma mortalidade muito baixa mas com uma grande capacidade de contágio (o vírus da gripe sazonal) [9].
Em 29 de Abril de 2009, quando apenas tinham passado 12 dias sobre a detecção dos dois primeiros casos da nova gripe, a Drª Margaret Chan, directora-geral da OMS, declarou que o nível de alerta por perigo de pandemia se encontrava na fase 5 e mandou que todos os governos dos Estados membros da OMS activassem planos de emergência e de alerta sanitária máxima; um mês mais tarde, 11 de Junho de 2009, a Drª Chan declarou que no mundo já tínhamos uma pandemia (fase 6) causada pelo vírus A/H1N1 S-OIV [10]. Como pode fazer tal declaração quando, de acordo com os dados científicos expostos acima, a nova gripe é uma realidade mais benigna que a gripe sazonal e, além disso, não é um vírus novo e ao qual parte da humanidade está imune?
Pôde declará-lo porque no mês de Maio a OMS tinha alterado a definição de pandemia: antes de Maio de 2009 para poder ser declarada uma pandemia era necessário que por causa de um agente infeccioso morresse uma proporção significativa da população. Esta exigência – que é a única que dá sentido à noção clínica de pandemia e às medidas políticas que lhe estão associadas – foi eliminada da definição adoptada no mês de Maio de 2009 [11], depois dos EUA se terem declarado em «estado de emergência sanitária nacional», quando em todo o país havia apenas 20 pessoas infectadas com a nova gripe, e nenhuma delas tinha morrido [12].
Consequências políticas da declaração de «pandemia»
No contexto de uma pandemia é possível declarar a vacinação obrigatória para determinados grupos de pessoas ou, inclusivamente, para o conjunto dos cidadãos [13].
O que é que pode acontecer a uma pessoa que decida não se vacinar? Enquanto a vacinação não for declarada obrigatória não lhe pode acontecer nada; mas se chegasse a declarar-se a vacinação obrigatória, o Estado tem a obrigação de fazer cumprir a lei impondo multa ou prisão (no estado de Massachussetts dos EUA a multa para estes caso pode chegar a 1.000 dólares por cada dia que passe sem o prevaricador se vacinar) [14].
Perante isto, há quem possa pensar: se me obrigam, vacino-me e já está, a vacina é mais ou menos como a sazonal, também não há para todos…
É preciso que se saiba que há três novidades que fazem com que a vacina da nova gripe seja diferente da vacina da gripe anual: a primeira é que a maioria dos laboratórios estão a desenhar a vacina de forma que uma só injecção não seja suficiente e sejam necessárias duas; a OMS recomenda também que não se deixe de administrar a da gripe sazonal; quem seguir estas recomendações da OMS expõe-se a ser infectado três vezes e isto é uma novidade que, teoricamente, multiplica por três os possíveis efeitos secundários, embora na realidade ninguém saiba que efeitos pode causar, pois nunca antes se fez assim. A segunda novidade é que alguns dos laboratórios responsáveis pela vacina decidiram adicionar-lhe coadjuvantes mais potentes que os utilizados até agora nas vacinas anuais. Os coadjuvantes são substâncias que se adicionam às vacinas para estimular o sistema imunitário. A vacina da nova gripe que está a ser fabricada pelo laboratório Glaxo-Smith-Kline, por exemplo, contém um coadjuvante, AS03, uma combinação que multiplica por dez a resposta imunitária. O problema é que ninguém pode assegurar que este estímulo artificial do sistema imunitário não provoque, passado algum tempo, doenças auto-imunitárias graves, como a paralisia crescente de Guillain-Barré [15]. E a terceira novidade que distingue a vacina para a nova gripe da vacina anual, é que as companhias farmacêuticas que a fabricam estão a exigir que os Estados assinem acordos que lhes garantam a impunidade no caso das vacinas terem mais efeitos secundários que os previstos (por exemplo prevê-se que a paralisia Guillain-Barré venha a afectar 10 pessoas por cada milhão de vacinados); os EUA já assinaram estes acordos que garantem, tanto às farmacêuticas como aos políticos, a retirada de responsabilidade pelos possíveis efeitos secundários da vacina [16].
Uma reflexão
Se o envio de material contaminado fabricado pela Baxter não tivesse sido casualmente descoberto em Janeiro passado, efectivamente, ter-se-ia dado a gravíssima pandemia potencialmente causadora da morte de milhões de pessoas que alguns andam a anunciar. É inexplicável a falta de ressonância política e mediática do que aconteceu em Fevereiro no laboratório checo. Ainda mais inexplicável o grau de irresponsabilidade demonstrado pela OMS, pelos governos, pelas agências de controlo e prevenção de doenças ao declarar uma pandemia e promover um nível de alerta sanitário máximo sem uma base real. É irresponsável e inexplicável até extremos inconcebíveis o bilionário investimento saído do erário público destinado ao fabrico milhões e milhões de doses de vacina contra uma pandemia inexistente, ao mesmo tempo que não há dinheiro suficiente para ajudar milhões de pessoas (mais de 5 milhões só nos EUA) que por causa da crise perderam o seu trabalho e a sua casa.
Enquanto não forem clarificados estes factos, o risco de este Inverno serem distribuídas vacinas contaminadas e o risco de poderem ser adoptadas medidas legais coercivas para forçar a vacinação, são riscos reais que em caso algum podem ser desvalorizados.
No caso da gripe continuar tão benigna como até agora, não faz qualquer sentido a exposição ao risco de receber uma vacina contaminada ou o de sofrer uma paralisia Guillain-Barré.
No caso de a gripe se agravar de forma inesperada, como já há meses anunciam sem qualquer base científica um número surpreendente de altos dirigentes – entre eles a Directora-Geral da OMS –, e repentinamente, começarem a morrer muito mais pessoas do que é habitual, ainda terá menos sentido deixar-se pressionar para ser vacinado, porque uma surpresa assim só poderá significar duas coisas:
1. Que o vírus da gripe A que agora circula sofreu uma mutação;
2. Que está em circulação outro (ou outros) vírus.
Em qualquer dos casos a vacina que se está a preparar agora não serviria para nada e, tendo em conta o que aconteceu em Janeiro passado com a Baxter, podia ser, inclusivamente, que servisse de veículo de transmissão da doença.
Uma proposta
A minha proposta é clara:
Além de manter a calma, tomar precauções sensatas para evitar o contágio e não se deixar vacinar, coisa que já se propõem muitas pessoas com senso comum no nosso país [Espanha].
Apelo a que se active com carácter de urgência os mecanismos legais e de participação cidadã necessários para assegurar de forma rotunda que no nosso país não se poderá forçar ninguém a vacinar-se contra a sua vontade, e que os que decidirem livremente vacinar-se não serão privados do direito de exigir responsabilidades nem do direito de serem economicamente compensados (eles ou os seus familiares), no caso de a vacina lhes causar uma doença grave ou a morte.
Texto de Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Convento de Montserrat em Barcelona, médica especialista em Medicina Interna e doutorada em Saúde Pública.
Notas de apoio ao texto
[1] Zimmer SM, Burke, DS. Historical Perspective: Emergence of Influenza A (H1N1) viruses. NEJM, Julio 16, 2009. p. 279
[2] 'The reemergence was probably an accidental release from a laboratory source in the setting of waning population immunity to H1 and N1 antigens', Zimmer, Burke, op. cit., p. 282
[3] Zimmer, Bunker, op. cit., p. 279
[4] Doshi, Peter. Calibrated response to emerging infections. BMJ 2009;339:b3471
[5] US Centers for Disease Control and Prevention. Serum cross-reactive antibody response to a novel influenza A (H1N1) virus after vaccination with seasonal influenza vaccine. MMWR 2009; 58: 521-4.
[6] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (www.ecdc.europa.eu).
[7] Dados oficiais do Centro Europeu para o controlo e prevenção de doenças (www.ecdc.europa.eu)
[8] Cf. Le Journal du Dimanche (25 juliol '09): Debré: 'Cette grippe n'est pas dangereuse'; cf. La Razón (4 septiembre '09): Rodríguez Sendín: Cordura frente el alarmismo en la prevención de la gripe A
[9] Cf. Virus mix-up by lab could have resulted in pandemic. The Times of India, sección de ciencia, 6 marzo 2009.
[10] http://www.who.int/mediacentre/news/stat
[11] Cohen E. When a pandemic isn't a pandemic. CNN, 4 de mayo '09.http://edition.cnn.com/2009/HEALTH/0
[12] Doshi Peter Calibrated response to emerging infections VMJ 2009;339:b3471
[13] Falkiner, Keith. Get the rushed flu jab or be jailed. Irish Star Sunday, 13 septiembre '09.
[14] Senate Bill n. 2028: An act relative to pandemic and disaster preparation and response in the commonwealth. 4 agosto '09. Cf. Moore, RT. Critics rage as state prepares for flu pandemic. 11 septiembre '09. WBUR Boston.
[15] Cf. Vaccination H1N1: méfiance des infirmières. www.syndicat-infirmier.com/Vaccination-H
[16] Stobbe, Mark. Legal immunity set for swine flu vaccine makers. Associated Press, 17 Julio '09.
* Teresa Forcades i Vila, monja beneditina do Mosteiro de San Benedito em Montserrat, Barcelona, é doutorada em Saúde Pública, especialista em Medicina Interna pela Universidade de Nova Iorque, autora entre outros livros de «Los crimines de las grandes compañias farmacêuticas».
Talvez hoje seja um dia em que alguém decida dar-lhe ordens e mostrar o que você deve fazer,e embora você possa e deva ouvir os conselhos que por cuidado ou por outro qualquer sentimento lhe são dados , escute apenas com atenção a sua consciência. Porque o certo e o errado varia consoante a consciência de cada um.
É sempre possível que o seu amigo mais querido apareça e lhe fale do seu ponto de vista sobre os perigos escondidos ao virar de cada esquina, e embora o seu dever seja ouvi-lo, retire-o dessa desconfiança e faça com que creia na renovação que o amor Divino projecta em cada homem.
É também muito provável que alguém tente mostrar-lhe como está cansado ou como parece doente e desmotivado, mas ainda que você agradeça a preocupação demonstrada , continue dando o melhor de si mesmo, dentro das forças de que dispõe, não permitindo que o cansaço gere preguiça e a doença, o desanimo.
Por mais que falem , mantenha aceso o fogo que alimenta a sua paz, não deixe que pareceres externos guiem a sua vida.
Mesmo que num dia tudo pareça contra nós, se continuarmos compreendendo e agindo de forma harmoniosa, sempre teremos no nosso coração a certeza que o Pai está junto de nós e que amanhã virá outro dia , repleto de sol, pronto a dissipar a bruma de hoje.
Amo ver as tempestades de início de Inverno. O céu fica carregado, o vento uiva numa fúria de chegar mais longe, a chuva canta a sua toada melancólica e só os relâmpagos fulgurantes iluminam o seio das trevas.
O cenário parece sempre devastador.
Mas quase por magia o vento de repente cessa a sua fúria , as nuvens param de chorar a sua saudade da terra e os relâmpagos recolhem as suas cores fantásticas.
E tantas vezes após tudo isso brilha um lindo arco-íris.
Então após isso a terra cheira a fertilidade , a erva fica muito verde e os riachos enchem-se da música cristalina do seu percurso.
As árvores de um verde intenso irradiam vida.
Tudo isso porque a tempestade abraçou a terra e deixa os seus frutos muito tempo após as pessoas já terem esquecido a sua passagem.
E isso mostra-nos que das grandes turbulências renasce a paz.
Que Deus pode não nos ter dado uma vida fácil, mas que o seu amor por nós é seguro.
Foi uma tempestade devastadora que originou a descoberta das minas de ouro na Índia.
E é com a tempestade que se abate em nossa vida , que descobrimos os tesouros escondidos do amor de Deus.
Conta uma velha lenda que um homem de negócios resolveu ir pescar para um lago a fim de atenuar o stress.De repente pescou um peixe totalmente diferente dos que vira até então. O peixe tinha escamas da cor do ouro e um olhar que parecia humano. Enquanto se debatia no chão do barco , o homem pôde ver o quanto era belo e maior foi ainda a sua surpresa quando o peixe o olhou e falou:
- Senhor se me devolver ao lago , eu lhe satisfarei 3 desejos.
O homem de negócios , ouviu , ponderou , mas a sua veia de negociante e a sua avidez fê-lo dizer:
-Por 5 desejos devolvo-te ao lago.
Mas eu só posso conceder 3 , disse o peixe quase sem ar.
Quatro; propôs o homem de negócios já a antever a riqueza que ía adquirir.
Três, disse o peixe num fio de voz.
Não , respondeu o homem de negócios, solto-te por 4 desejos, concordas?
Mas não obteve resposta.
O homem olhou e viu o peixe morto no fundo do barco.
Era já tarde para voltar atrás.
Quem tudo quer, tudo perde.
Sonhamos muito com sentimentos cor de rosa , com emoções fortes, com aventuras tão diferentes da nossa habitual vida rotineira.
Vivemos em estado de graça quando nos apaixonamos , a vida adquire diferentes nuances, e somos capazes de enfrentar um adamastor a cada esquina.
O coração pula na garganta e imaginamos uma vida cheia de romantismo ao lado do ser que se tornou dono do nosso sentir.
Mas infelizmente , em tantos casos , o apaixonado um dia acorda e descobre que o sol morreu numa noite sem fim.
Que o vento já não murmura juras de amor , é apenas tormenta.
E chora , o choro do desespero , da desilusão , o medo, e a rejeição por si mesmo e pelo outro.
É a hora em que a alegria dá lugar à tristeza e em que o amor se torna num ódio extensível ao mundo todo,a quem o rodeia , ao que antes achava belo.
Os braços cruzados sobre o peito , apertam somente a solidão e a esperança cai, soterrada em ruinas de sentimentos mortos.
Até que do meio do nada , sem se fazer notar, aparece alguém que repete pequenas verdades, e tenta dissipar o manto de escuridão, pacientemente. Que se senta ao lado, quieto, vendo escorrer lágrimas e partilhando-as,mas que oferece também a luz de um sorriso, querendo renovar a esperança.Que oferece apoio, um passeio à beira mar, uma ida ao teatro, um abraço apertado, um sorvete com sabor a pistacho e ri da cara entediada.
Fingindo nada entender , mas compreendendo tudo, espera, até que a dor se esfume devagarinho. Fica junto sem se deixar abater.E o que faz essa pessoa ficar, é um sentimento cada vez mais raro. Que poucos dão e menos ainda sabem reconhecer. E esse sentimento é a amizade , que se divide no sorriso , no querer bem, na paciência , na calma de santo,no respeito pelo outro, no falar sem ferir, na sabedoria de sorrir para acalentar lágrimas, no saber ouvir sem perguntar, no aceitar sem questionar,no acreditar que o outro pode e é capaz.Mesmo quando o outro pensa e acredita na sua total incapacidade.Espero sinceramente que todos saibam fazer perdurar algo tão puro quanto uma verdadeira amizade e que saibam sobretudo o momento certo de demonstrar esse sentimento a alguém.
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