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VENS

Sábado, 25.08.07

Vens no meu poema

como luz

que escreve na noite

os seus desejos antigos

Vens como sonho

que me agita e possui

enlevado a uma dimensão

onde tudo se confunde

Vens como sombra de amor

que me persegue

acarinha e ampara

para que não me sinta só

Vens quando me debato e choro

quando cai o pano

sobre a minha peça

num teatro sem aplausos

Vens quando a esperança se vai

trazendo contigo

todas as letras

da palavra amor

Vens de mansinho quando chamo

e como brisa

tocas os meus lábios

num doce despertar

Vens de tempos imemoriais

envolta em mantos de luz

trazendo contigo a força

que não me deixa cair

és a minha estrela

a minha luz

a outra parte da minha alma

que me incita a prosseguir

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Escrito por Gonçalo de Assis às 09:51


1 comentário

De Lidiany a 26.08.2007 às 06:15

Oi amigo, espero que esteje melhor de saude se puder dê noticias. E ouse sonhar , porque os sonhados vem o amanhã, ouse desejar porque desejar nos mantem vivos.Ouse alcançar aquilo que ninguem mais pode ver. Bjs e muita paz..

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