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Sexta-feira, 25.07.08

Houve tempos de dor

de desespero

em que precisei chorar

e tu sempre me consolaste

E nos tempos em que sorria

tu sempre sorrias comigo

Nos tempos de luta

em que me revoltei

zanguei e questionei

sempre te mantiveste a meu lado

Nos tempos em que sonhei

acreditei

idealizei e lutei

tu com a força do teu amor

mesmo quando te magoei e me afastei

quando te feri e me fechei

ficaste a meu lado

Enfrentaste o teu próprio medo

todos os obstáculos

ficaste comigo

acreditaste em mim

e naquilo que sou

e pelo que luto

Antes de ti

eu sentia-me sozinho

perdido na noite escura do nada

mas tu vieste

como presente de Deus

entraste na minha vida

e com teu jeito terno

carinho e especial

fizeste que eu

simples humano

acredite ser imortal

num amor que cresce em nós

sem limite

intemporal 

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Escrito por Gonçalo de Assis às 18:54


1 comentário

De Pedro Lyon de Castro a 26.07.2008 às 12:34

Bom dia a todos os leitores do Sonhos.
Mais uma vez lamento a confusão aqui gerada.
Acompanho desde o início mas não ia fazer nada.
Acontece que uma leitora sente-se envolvida e cabe a mim como editor repôr a verdade.
Quero dizer à Dona Teresa Shanor ou Sandra como preferir que fique tranquila.
Ninguém usou o nome da Senhora.
A pessoa que comentou usando a inicial S. chama-se Suelen Daianne do blog
http://infinito-particular.blogspot.com
Sei que a senhora é amiga do Gonçalo e leitora habitual, quero deixar bem claro que a senhora não foi nem é visada nesta confusão.
Para a Senhora Dona Sandra que espero ver sempre por aqui como leitora, o meu obrigado e o meu sincero respeito.
Quanto à confusão aqui armada não tenho o que dizer.
Amor nunca é demais mas em excesso mata.
Talvez e digo eu talvez, fosse melhor cada uma que se quer declarar o fizesse em privado.
Afinal o nosso poeta tem endereço de e-mail.
Nada tenho com os sentimentos de cada uma em relação ao Gonçalo.
Não me cabe a mim esclarecer ou assumir posição.
Cabe-me apenas fazer o que fiz, pedir as minhas desculpas a uma leitora que se sentiu visada.
E que nada tem com isso.
Mas a bem de todos os sentimentos e para que os leitores e que são muitos graças a Deus que por aqui passam diariamente não tenham que ler coisas que nada têm a ver com o conteudo do blog, eu sugiro que cada uma que quer declarar-se o faça em privado.
Isto é um local publico de leitura e aqui fala-se de poesia, ainda que o amor não deixe de ser o mais belo poema.
Eu acho que cada um deve respeitar a vida privada do outro e que seria de bom tom não trazer a privacidade do Gonçalo para aqui.
Ele tem poemas e textos fabulosos que podem aqui ser lidos e comentados sem necessidade de passar as coisas para um campo pessoal.
Deixo um abraço a todos os leitores e um pedido de desculpas pela confusão aqui gerada à qual por problemas de saúde o Gonçalo é absolutamente alheio.
Os meus respeitos à namorada do Gonçalo, que também merece sinceramente respeito e paz.

Pedro Lyon de Castro
Editor

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