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Almas

Domingo, 03.09.06

Cai a noite negra e fria

sobre as almas que vagueiam

perdidas entre montes

desolados

Almas que não sonham

que não sentem

que padecem

lambem o sabor a cinza

nos seus lábios inanimados

Cai a noite negra, fria

trazendo com ela o descanso

às almas que sofrem

de amor

que pela noite calada

entoam hinos plangentes

onde clamam dolentes

as suas eternas dores

Cai a noite negra e fria

desolada noite

que cala

nos peitos de amantes

solitários

os seus tristes gemidos

Cai noite negra

aprisiona

no teu regaço tão frio

o calor dos meus sentidos

Noite negra, feita tinta

pintada por um Deus

inclemente

Que do infinito

fez nada

Que se rompa tua corrente

que ninguém mais aprisiones

que se rasga esse teu seio

e se faça em quem ama

uma eterna madrugada

 

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Escrito por Gonçalo de Assis às 14:01


1 comentário

De Família dos pestinhas a 03.09.2006 às 18:14

E na queda senti-me fraco
Fraco procurei socorro
No socorro encontrei amigos
Nos amigos encontrei carinho
No carinho eu vi nascer o amor
Com amor eu vi um mundo novo.
E no mundo novo resolvi viver...
O que recebi,resolvi doar
Doando alguma coisa muito recebi
E em recebendo senti-me feliz
E ao ser feliz,encontrei a paz
E tendo a paz foi que enxerguei
Que dentro de mim é que tu estavas
E sem procurar-te
Foi que te encontrei.
Familia dos pestinhas

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