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Almas

Domingo, 03.09.06

Cai a noite negra e fria

sobre as almas que vagueiam

perdidas entre montes

desolados

Almas que não sonham

que não sentem

que padecem

lambem o sabor a cinza

nos seus lábios inanimados

Cai a noite negra, fria

trazendo com ela o descanso

às almas que sofrem

de amor

que pela noite calada

entoam hinos plangentes

onde clamam dolentes

as suas eternas dores

Cai a noite negra e fria

desolada noite

que cala

nos peitos de amantes

solitários

os seus tristes gemidos

Cai noite negra

aprisiona

no teu regaço tão frio

o calor dos meus sentidos

Noite negra, feita tinta

pintada por um Deus

inclemente

Que do infinito

fez nada

Que se rompa tua corrente

que ninguém mais aprisiones

que se rasga esse teu seio

e se faça em quem ama

uma eterna madrugada

 

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Escrito por Gonçalo de Assis às 14:01


82 comentários

De Gonçalo de Assis a 04.09.2006 às 13:35

Bom dia amigos. Agradeço o vosso carinho. Hoje preciso dele. O pai da Drª Paula morreu ontem, era também um pai para mim. Pela segunda vez perco um pai. Obrigado pelo vosso carinho sempre presente. Um abraço

De Pestinha2 a 04.09.2006 às 16:02


Sintimos muito pela perda do pai de Paula.
Passarinho mnada lhe dizer Paula,que esta as ua disposição a qiualquer momento que precise.
E a vc,meu irmãozinho sempre podera contar conosco.
Hoje ficaremos em silêncio a respeito a sua dor e da Paula.
Sabemos que é difícil ja passamos por isto,aqui estaremos para lhe dar uma força.
Toda a família pestinha2 e amigos

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