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Só 10% dos funcionários públicos escapam a despedimentos

Quinta-feira, 30.05.13

Ouvi com grande admiração e confesso com algum aborrecimento a explosão de indignação dos sindicatos afectos aos trabalhadores da função publica sobre as novas medidas de austeridade . Obviamente que lamento profundamente que estas medidas sejam necessárias , seria bem melhor que pudéssemos manter a nossa economia sem dificuldades , mas já que não o é , vejamos então a manifesta indignação dos funcionários estatais . Começo pelo aumento de horas de trabalho , que tem sido tão mal aceite pelos sindicatos . Não entendo o motivo desse desespero todo . Trabalhar oito horas por dia é coisa que os privados sempre fizeram e nunca se queixaram . Tendo em conta que os funcionários públicos iniciam o dia passando meia hora com os colegas nos corredores a debater a vida alheia , que às dez e meia já estão na pausa para o bar , fora as horas gastas ao telefone , os bocadinhos cá fora para fumar e tendo também em conta que a partir das 16 e 30 já ninguém os vê nos gabinetes e normalmente ainda tiram duas horas para almoçar , se fizermos contas , quantas horas de trabalho efectivo fazem estes funcionários? Se fosse no privado algum patrão admitia isso? Nenhum , claro . Quanto ao aumento da taxa para a ADSE , não é verdade que os funcionários do estado sempre tiveram um tratamento de privilégio? Melhores reformas , baixas melhor pagas , comparticipações em tratamentos e medicamentos mais elevadas? Então isso custa dinheiro , se os privados não usufruíram de nada disso, quem por justiça terá que pagar? Quem usufruí , ou seja os trabalhadores do estado . Quanto à nova lei da mobilidade, onde está o problema? Se um trabalhador do privado é despedido , por acaso o patrão continua a pagar-lhe ou ele continua vinculado à entidade empregadora , não . Então porque teria o estado que manter nos quadros funcionários dos quais não precisa . Seriam os privados que nunca usufruíram desses direitos , que com os seus impostos ainda teriam que sustentar esse privilégio dos trabalhadores do Estado? Era o que faltava . Trabalhadores do Estado e do privado devem ter as mesmas obrigações e os mesmos direitos . Isso é que é igualdade e é esse o principio base de uma Democracia a sério . O Estado como qualquer patrão , tem que ter empregados que rentabilizem o sector e só pode empregar os que de facto são estritamente necessários . Tal como uma entidade privada , o Estado tem todo o direito de despedir excedentes e de não os manter indefinidamente presos a uma carreira que deixa de existir quando se tornam excedentes . Trabalhar para o Estado em Portugal , até há pouco , era uma carreira segura e privilegiada , fazendo-os diferentes de todo o resto de Portugueses . O Estado somos todos nós , e eram os nossos impostos que pagavam todas essas regalias que têm mesmo que acabar , até por uma questão de justiça Social . Em Portugal , ninguém é mais do que ninguém e os direitos devem ser iguais . Até agora , todos os que não conseguiam emprego em lugar algum , acabavam no Estado . Os que tiraram licenciaturas sem qualquer validade académica , tiradas na vergonha e na incapacidade , como o caso da Lusófona e da Moderna , acabavam no Estado , onde se tornavam intocáveis . Tínhamos os organismos do Estado pejados de gestores , directores e funcionários com as licenciaturas mais desajustadas à frente dos Organismos públicos . Ora isso afundava a qualidade desses serviços , mas era o Estado e ninguém questionava. Se um privado quer um Gestor , procura um licenciado em Gestão , se quer um jurista , procura um licenciado em Direito. Com a ressalva de que já nem querem licenciados da Lusófona , nem da Moderna . No Estado encontram-se licenciados em Serviço Social , a grande parte das licenciaturas da zona sul, a dirigirem e a gerirem os mais variados Organismos do Estado . E resultados? Péssimos , evidentemente . Já assisti a coisas do mais caricato , há pessoas que ocupam cargos para os quais não têm a menor capacidade e nem lutaram para ter . E porquê? Porque trabalham para o Estado e ai tudo era permitido . Dou graças a Deus que a máquina do Estado desemperre , que cada um seja escolhido ou pela sua competência académica , ou pela sua experiencia profissional . Que o Estado pague apenas aos funcionários de que precisa e se desvincule dos excedentes . Que dê preferência aos que estão mais preparados , é uma vergonha que pessoas que nem o 12º ano fizeram , ocupem cargos que deviam ser dados a licenciados , e cuja capacidade de trabalho no cargo que ocupam é muito limitada . Agradeço ao Pedro Passos Coelho , que se livre de uma vez por todas dos pesos mortos no Estado e lembro que esses pesos mortos , fomos e somos nós que os pagamos com o nosso dinheiro. O Estado vive do que lhe pagamos e não podemos estar a pagar privilégios a ninguém . Até serem tomadas estas medidas , tínhamos trabalhadores de primeira e de segunda e eram os de segunda que pagavam os privilégios dos de primeira . Acho bem que os trabalhadores do Estado possam ser despedidos quando tal se justifique , tal como todos os outros . E já agora , o Dr. Mário Soares que se mostra tão indignado com o Governo actual , esqueceu que no seu tempo de primeiro Ministro também pediu ajuda ao FMI? Esquece que quando Presidente da República deu o equivalente a duas voltas ao mundo , em viagens inúteis , que nós como sempre pagamos . E que tanto como Primeiro Ministro , quanto como Presidente da República , o que fez pelo nosso País, foi o mesmo que os outros Governos , ou seja , nada . Que a única coisa que fizeram foi dizer ámen à CEE  em troca de trazerem mais uns subsídios que eram meros paliativos para a desgraça em que agora estamos . Neste momento o executivo faz o que pode e da melhor forma que pode , se o Dr. Soares acha tão mal a austeridade , que nos explique a sua solução para pagar pelo menos os juros da nossa altíssima divida publica , contraída também no seu Governo , como controlar o défice para voltar a ter a confiança dos mercados internacionais e podermos respirar um pouco , para tentarmos reinvestir nas nossas empresas. Ele que explique a fórmula mágica e a ensine . Quanto aos trabalhadores , quer sejam privados ou do Estado , todos devem mostrar a sua capacidade e competência e infelizmente , serem despedidos quando não atingem o objectivo mínimo ou quando deixam de ser necessários . O Estado não é pai de ninguém .

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Escrito por Gonçalo de Assis às 14:37

Parlamento aprova coadoção por casais homossexuais

Sexta-feira, 17.05.13

 

O nosso Parlamento aprovou hoje  a coadoção por casais homossexuais, que na prática significa que casais , ou melhor duas pessoas do mesmo sexo que vivem juntas podem adoptar uma criança . E devo dizer que lamento a aprovação desta lei que vem denegrir os pilares da pouca moralidade social que ainda resta . Não deve ser preciso lembrar , que tendo em conta que Deus apenas permitiu a procriação a casais de sexo diferente , tudo o que o homem possa fazer no sentido oposto é uma blasfémia. Uma criança necessita crescer com duas figuras em que se possa rever , duas figuras , mas em que uma é masculina e outra evidentemente feminina. Fala-se num novo modelo de família , mas a família é o pilar base do próprio mundo e não pode obedecer a modas e a gostos pessoais . Uma criança precisa de equilíbrio mental e social e não é tendo uma família disfuncional que o vai adquirir . Por muito que se afirme e se discuta , um par de pessoas do mesmo sexo não formam um casal e que alguém sinta desejo por outro alguém do mesmo sexo já é um indicio de que algo está errado . O homem e a mulher nasceram para sentirem atração por pessoas do sexo oposto , a base da procriação é o desejo sexual, e quando ele é por alguém do mesmo sexo , algo esta desenquadrado . Até há anos atrás a homossexualidade era vista como um desvio comportamental , uma doença, e agora tornou-se uma forma de relacionamento perfeitamente legítima e até merecedora do reconhecimento do Estado através do casamento civil. Lamento por estas crianças , porque para elas esta lei não acautela o seu bem-estar . Foram feitos mais de 30 estudos em vários Países e em todos eles se verificou que esse tipo de adopção é potencialmente perigosa para essas crianças. Crianças merecem pais equilibrados , e os estudos mostram que os homossexuais têm uma elevada taxa de suicídio, bem como de consumo de droga e de violência doméstica . É óbvio que nos casais hetero isso também acontece , mas numa taxa bem menor . Nesses estudos concluiu-se também que os homossexuais tendem a ter um comportamento sexual de risco , o que os torna primeiros nas percentagens de portadores de doenças sexualmente transmissíveis . Mas ainda que assim não fosse , as crianças precisam sentir o afecto , o amor e o respeito de um casal homem/mulher. Os princípios que cada um dos pais passa, pai e mãe, serão base da capacidade da criança se desenvolver de forma saudável e de se inserir saudavelmente na sociedade. Claro que há crianças cujos pais se separaram , ou morreram , crianças que vivem só com um dos pais , ou às vezes com avós , mas ainda assim , essas crianças foram criadas na dualidade dos seus progenitores. Os homossexuais sempre ergueram a bandeira da igualdade , então que seja igual o que é igual e diferente o que é diferente . Do "casamento" de duas pessoas do mesmo sexo nunca poderá gerar-se uma vida , e por isso a adopção de crianças por casais homo é um atentado aos direitos básicos dessa criança . Toda a criança tem o direito de viver de acordo com a forma como foi gerada , da junção de um homem com uma mulher. Permitir a adopção de uma criança por um par de pessoas sexualmente iguais , é tirar o direito a essa criança de ter uma família harmoniosamente constituída em virtude dos direitos e desejos dos outros. Estamos a distanciar-nos cada vez mais do modelo de família que Deus deixou presente no mundo e isso é assustador. Só um homem e uma mulher podem gerar e criar uma criança , sem trair a vontade de Deus . É triste que o próprio Estado permita que um desvio de comportamento que ainda hoje continua a ser mal visto socialmente , se institucionalize , e ainda mais , que muitas crianças vejam a homossexualidade como um modelo de família e portanto um modelo a seguir . E o estado esqueceu a descriminação que essas crianças vão sofrer em todo o lado, vitimas não de uma opção que tomaram , mas de uma opção que à sua revelia tomaram por elas . Que pai de uma família normal , vai permitir que os seus filhos vão à casa de um par homo , para brincar com os "filhos" desse casal . Acho que se está a legalizar um desvio comportamental e ainda mais , está a permitir-se que se arrastem crianças para essa realidade que fica muito longe da normalidade . Lamento que tenha sido num executivo CDS/PSD que esta lei foi colocada em prática . E lamento muito que se prove mais uma vez que a vontade de Deus não vale nada para os homens desta era de alucinados e que a mensagem de Cristo caiu totalmente no esquecimento de todos . Só resta lembrar que um mundo que esquece os princípios básicos da vida e se afasta de Deus , nada deve esperar dele nem pedir .

 

 

* Onde escrevi homossexuais , entenda-se lésbicas também .

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Escrito por Gonçalo de Assis às 19:46

O Dom Do Tempo

Sábado, 11.05.13

Os anos passam , deixando mais ou menos marcas no corpo e na alma . No entanto cada ano que passa é um presente . No meu caso os anos foram-me tornando na pessoa que eu sempre pretendi ser . Com o passar do tempo encontrei amigos surpreendentes, e a minha família mostrou-me coisas maravilhosas . Com o passar do tempo aprendi a ser menos crítico e a ser mais condescendente comigo e com os outros . Com o tempo conquistei o espaço de ser eu mesmo , de ser extravagante , de ter direito aos meus desejos e vontades. Vi muitos amigos partirem antes de mim e isso marcou-me para sempre . Aprendi a alegria dos gestos simples . Gosto de dar longos passeios pelo areal da praia , ouvindo o suave ruído das ondas a embater nos rochedos . Gosto de dançar ao som dos sucessos musicais que marcaram a minha época . Vou esquecendo dores provocadas , porque só assim consigo distanciar-me e perdoar sinceramente . Guardo comigo os factos que jamais merecerão ser esquecidos . Evidentemente ao longo do tempo o meu coração sofreu muito . Sofreu com a morte de entes queridos , de amigos , com a perda de grandes amores , com grandes decepções . Mas é o nosso sofrimento pessoal que nos ensina a compaixão pelos outros, a compreensão , a capacidade de entender e ajudar . Um coração que nunca sofreu , é tão inútil e estéril como um caderno no qual nunca ninguém escreveu . O tempo ensina-nos a sermos positivos , e a dar menor importância aos mexericos e boatos . O tempo ensinou-me que tenho direito de estar errado e que se não prejudicar terceiros , não devo por esse erro , explicações a ninguém . Gosto muito da pessoa em que o tempo me transformou , sei que não terei vida eterna e talvez nem viva muito , mas o tempo que viver não será gasto com lamentações . Não vou lamentar o que podia ter sido e não foi , o que poderia ter feito e não fiz . Tenho a certeza que muita coisa boa ainda virá . E se algumas amizades saem das nossas vidas sem motivo , certamente outras virão , bem melhores e bem mais sinceras ...

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Escrito por Gonçalo de Assis às 15:50

Desabafo

Quarta-feira, 08.05.13

 

 

Desapareceste porquê?- É a pergunta que os meus amigos mais me fazem . E quando a ouço pergunto : - Sentiste a minha falta? E a resposta vem num tom quase ofendido : - Claro que senti ! . Respiro fundo , e pergunto : - Porquê ? E ai vem a usual resposta : - Precisei de

 ti ...

E eu penso para mim mesmo que nem valeria a pena ter perguntado . As pessoas só sentem a nossa falta quando a nossa presença é necessária por algum motivo . Vivemos numa época em que o ser humano se tornou invulgarmente egoísta , egocêntrico e desavergonhado . Em que cada um centra a atenção no seu umbigo e se acha o centro do mundo .

Costumo ensinar a quem quer aprender , que a melhor forma de não ofender , não magoar o próximo é praticarmos a capacidade de nos colocarmos momentaneamente no lugar do outro .

Todos temos a nossa forma peculiar de ver a vida , certa ou errada não interessa , até porque ninguém tem a inteligência e a isenção de avaliar da justeza dos seus próprios sentimentos , conhecimentos ou actos.

Mas antes de apontarmos a metralhadora ao outro e o alvejarmos com a nossa sapiente verdade , basta pensar o seguinte ." Se fosse eu a estar nesta situação , a ter cometido este erro , o que sentiria se alguém me dissesse isto? Ou se alguém me fizesse isto?"

Ter razão não nos dá o direito de dizer ou fazer ao outro aquilo que em igual circunstancia acharíamos mal para nós .

Há pessoas que não suportam que se discorde das suas verdades . Isso é uma forma de negar a si mesmo a capacidade de aprender . Se eu me achar incapaz de cometer erros , se eu julgar que sou dono da verdade absoluta , então fecho-me sobre mim mesmo e não deixo que ninguém molde a minha opinião .

Eu sempre aprendi mais com os meus erros do que com os meus acertos . Os meus acertos são estanques , eu acerto e sigo em frente , mas quando erro vem todo um aprendizado e isso desenvolve a minha capacidade de aprender e reaprender .

Quando me apontam um erro , eu aceito e peço de imediato que me mostrem como posso fazer para remediar o erro ou como podia ter agido de forma diferente para nem sequer o ter cometido .

Sempre arquei com as consequencias dos meus erros e sempre as quis ter , até quando eram evitáveis , para me sentir " limpo" perante mim mesmo .

Obviamente não aspiro à perfeição , nem sou candidato a beato , mas acho que se me foi dado o privilégio de passar uns anos neste mundo , tenho a obrigação de fazer mais de que sobreviver e satisfazer os meus desejos .

Uma vida na terra é um investimento de Deus e cabe a mim valorizar tanto quanto possível o investimento que ele fez em mim .

Não quero sentir-me uma má aposta de Deus .

Voltando aos amigos que só procuram quando precisam , devo dizer que para eles eu nunca estarei presente nas suas vidas .

Porque caso não saibam ou não entendam , eu não sou um escudo a que se recorre quando se precisa , nem uma diversão para bons momentos.

Eu sou um ser humano normal , que tem os seus defeitos , as suas birras , que também gosta de mimo , de aconchego e de abraço .

Nunca na minha vida recusei apoio a um amigo que mo peça e tenho a certeza que com verdade ninguém virá aqui afirmar o contrário .

Já abdiquei de muita coisa para apoiar pessoas que eram importantes na minha vida .

Já ri com vontade de chorar somente para fazer nascer sorrisos .

Já abafei muitas vezes a minha dor , para ouvir os problemas alheios e tentar dar apoio e ajuda .

Na minha consciência nada pesa, sempre fiz pelos outros aquilo que gostaria que fizessem por mim e que salvo honrosas excepções nunca fizeram .

Eu não sou egoísta , mas também não sou idiota , sei que a intensidade com que se procura alguém é proporcional à importância que esse alguém tem na nossa vida .

Se há pessoas que dizem e juram a pés juntos que me adoram e quando fico sem aparecer simplesmente não estão nem aí , sinto-me aquilo que de facto sou na vida dessas pessoas , algo descartável .

E se eu sou descartável , então descarto também .

A minha vida infelizmente é muito ocupada , eu tenho várias vertentes profissionais e todas me ocupam muito tempo e o pouco que resta, tento canalizar para a família .

Mas nunca neguei o meu tempo , por curto que seja a quem me procura .

Posso abdicar de algo para ouvir e apoiar .

Agora se as coisas se tornam ocasionais , se sou importante quando estou, e quando não estou , as pessoas nem procuram saber se morri, e depois ainda cobram a presença , sinceramente para essas não estou nem aí .

Eu não sou de rupturas , não faço cenas , não cobro , porque acho que sentimentos se dão espontaneamente .

Não chego junto de ninguém para fazer uma teatralidade , para dizer que a amizade morreu ou seja lá o que for , eu tenho uma forma muito minha de me distanciar.

As pessoas ferem-me e eu afasto-me , vou indo devagar , sem alardes, vou perdoando, mas vou -me importando menos , até que um dia quando dou por mim , já fui há muito tempo .

Nenhum compromisso é mais importante que a preocupação sincera com as pessoas que são importantes para nós .

E nenhuma desculpa é capaz de sanar a ferida aberta pela indiferença .

Quem se preocupa de facto , sente falta , não quando precisa , mas sim por saudade , por preocupação com o outro .

Eu não sou incontactável , tenho os meus endereços de hotmail nos meus blogs , tenho aqui espaço para comentários que sempre leio com atenção , tenho o meu telefone no meu Facebook, portanto não terem como contactar é uma mentira convenientemente social .

E eu sou loiro sim , mas burro nunca fui e cada vez o sou menos .

Tenho um amigo meu Brasileiro que descobriu há anos que sofre de uma síndrome a que deu o nome de "vásefoder".

Eu não sou apologista de palavrões , mas efectivamente eles fazem parte do vernáculo Português e são perfeitamente aceites na nossa melhor literatura .

Então fazendo minha a síndrome do meu amigo , eu digo que se não se preocupa comigo , se a minha ausência , os meus sentimentos não interessam , se posso desaparecer que não há preocupação e só me procura quando dá jeito , então vá se foder .

E para terminar , fazem o especial favor de não me ligarem com numeros privados . Se o meu numero está exposto no Facebook , se nunca tive pejo em publicar a minha própria identidade , não aceito que me procurem escudados no anonimato idiota de um telemóvel .

Quem não tem nada a esconder liga com o numero a vista .

Temos que manter acima de tudo a dignidade e a honra, sempre ...

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Escrito por Gonçalo de Assis às 11:24





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