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G.A.D.U.

Sábado, 27.06.15

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 Desejos de melhoras da G.O.L

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Escrito por Gonçalo de Assis às 23:26

Gonçalo , Obrigado.

Sexta-feira, 26.06.15

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 A pedido de amigos que não têm Faceboock activo ou que preferem o blog por razões pessoais , trago para aqui o texto que ontem coloquei no Faceboock do Gonçalo. Escusado será dizer que logo serei assassinado por um daqueles olhares fulminantes do dono deste blog , que já ameaçou que se alguém voltasse a colocar aqui alguma "baboseira", palavras dele , mudaria a pass. Mas por agora que ainda é a mesma , aqui fica o texto. Cumprimentos a todos.

Mário Coelho.

Hoje quero deixar uma homenagem a um grande amigo. Todas as pessoas por certo devem imaginar que o mundo de quem como este meu amigo se desdobra em afazeres e na sua própria saúde fragilizada não é um mundo fácil. Ser maçom infelizmente não garante felicidade e muito menos facilidade. No mundo mais ou menos restrito das pessoas que têm e podem alguma coisa é raro encontrar quem não esteja contaminado. As pessoas deixam-se contaminar pela vaidade que as desumaniza. De todas essas pessoas com quem diariamente lido , poucas são as que são gente de verdade. Mas este senhor , é. Sempre o conheci jovial , amigo , de sorriso no rosto, mas também claro , firme e sobretudo humano. Não é fácil descrever alguém que se distancia da mediania , que sabe ser gente , gente de verdade. Um homem que toca a sua vida em frente e que apesar do muito trabalho , sempre encontra um tempo para os amigos. Um homem que não lhe faltando nada , lhe falta muita coisa , porque saúde é um bem que não tem preço. Um guerreiro que agarrou a sua vida pelos “cornos” e com a pujança de quem faz uma faena admirável, ouviu os olés de quem com ele festeja as suas vitórias. Um homem de olhar de menino e de sorriso aberto, com a rectidão de quem teve um berço exemplar e nesse mesmo berço recebeu valores e princípios. Um homem firme , digno , perseverante , que sabe o que quer e luta para o obter. Um homem que me abriu os braços, a alma e o coração e me ajudou quando mais precisei. Quando enredado nas manhas de alguém sem escrúpulos e sem valores , vi a minha vida desmoronar a todos os níveis. Hoje não é dia do amigo, nem do abraço , nem dessas coisas ridículas que se inventam , hoje , porque faz anos que uma tragédia me enlutou a vida e sempre em ti encontrei o riso , a brincadeira , o abraço apertado e a palavra mais certa, hoje quis agradecer a tua presença de paz e de amparo na minha vida. Quando leres , dir-me-ás que não gostas de exposições e eu dir-te-ei aquilo que sempre te digo , quando me contradizes : - Não sejas parvo , moço!! Porque as homenagens devem ser para quem as merece e nesta hora da noite em que a recordação de mais um ano sobre algo que me doeu profundamente , não me deixa dormir , decidi deixar-te esta homenagem enquanto dormes o sono dos justos. Penso eu… Para ilustrar deixo a tua foto com a Daniela que é a que tenho no telemóvel , se reclamarem muito , eu coloco duas. Obrigado meu amigo, de todo o coração.

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Escrito por Gonçalo de Assis às 01:21

Parabéns Inês

Terça-feira, 23.06.15

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Para a minha sobrinha Inês , cuja mãe não me envia fotos actualizadas , deixo hoje no dia do seu aniversário um beijo com muito amor e carinho.

Que sejas sempre essa menina doce e ao mesmo tempo saudavelmente traquina que é capaz de actos que atestam o seu jovem e generoso coração.

Uma menina cujos actos de frontalidade e solidariedade me deixaram atónito muita vez.

Que tenhas um dia repleto de felicidades.

Parabéns minha querida. 

 

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Escrito por Gonçalo de Assis às 09:35

Crónica de uma viagem normal

Segunda-feira, 01.06.15

Aeroporto Sá Carneiro.jpg

 

Voo Lisboa /Porto, voo nocturno numa sexta à tarde, Companhia Ryanair , classe Business Plus. Há viagens com história e viagens sem história. Sempre fui uma pessoa de muitas viagens , muito habituado a ir e vir. Mas com o passar do tempo , viajar adquire uma outra faceta , tudo mais calmo , tranquilo. Ainda no Aeroporto de Lisboa , sempre atrasado como de costume e com fome , dirijo-me a um bar e pedi uma sandes de queijo e um sumo fresco. Comi olhando o movimento de pessoas a entrar na zona de partidas , parece um fluxo interminável. Olho o relógio e penso , calma , ainda tenho tempo. Ao longo das minhas muitas viagens , tive experiencias únicas , nomeadamente em Roma , em Tóquio. Mas ali não se vislumbrava nada de emoções fortes. De repente um grupo de mulheres alegres , que riam e falavam alto , entrou no bar.Uma delas olhou na minha direcção e sorriu , retribui o sorriso distraído, não estava virado para socializações. Sem ligarem ao meu ar de bicho do mato , rodearam-me, pediram cerveja e dei-me por vencido. No pouco tempo que ainda tinha , começamos a conversar. Nada de interessante , apenas assuntos de viagem , generalidades de quem quer ocupar o pouco tempo de ócio. No final da conversa trocamos os contactos , é mera praxe, porque todos sabemos que nunca vamos ligar. Daqui a pouco ouvi o anuncio da ultima chamada para o meu voo. Encontrei rapidamente o portão de embarque e rapidamente estava no avião. O pessoal de bordo era super simpático e o meu lugar no avião , confortável. Ao sentar-me , vi que a meu lado viajava o Paulo Rangel. Sorri e cumprimentamos-nos. Uma hospedeira sorridente pegou no casaco que despi e colocou-o num cabide, levando-o para a cabine até ao final do voo. Eram de facto simpáticos , competentes e prestáveis. Troquei algumas frases com o Paulo , mas sentia-me cansado. Os olhos teimavam fechar. Pedi desculpa e não lutei mais contra o sono. Senti uma mão no meu ombro e abri os olhos sobressaltado. Era a mão do Paulo que me acordava , porque se iniciava a descida em direcção ao Aeroporto Sá Carneiro. Não gosto de voar , mas detesto principalmente as aterragens. Acordei de imediato. 

- Adoro ver o Porto cá de cima- disse-me o Paulo.

Sorri , era o que podia fazer , sorrir. Fui ouvindo as frases dele , das quais só captava palavras soltas, "Douro" , "Porto de Leixões".

Apesar do meu useiro medo a aterragem foi calmíssima. A mala apareceu logo , coisa diferente do que acontece noutros aeroportos onde chego a desesperar. Ainda no aeroporto tomei um café excelente , forte , do jeito que eu gosto.

Quando finalmente sai para a rua , fui acolhido por uma brisa suave que me despenteava levemente.  A cidade recebia-me como sempre , bela e suave. 

 

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Escrito por Gonçalo de Assis às 09:55





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