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Prazeres

Quarta-feira, 25.07.07

Saboreio o teu corpo

num trago de amor

percorro-o por trilhas

nunca descritas

adoro-o num altar de luz

de paixão

Acarinho-o como jóia rara

gema preciosa

do seio da terra

Tenho-te em mim

como fogo aceso

teu corpo é meu mar

meu porto de abrigo

Minha boca é barco que navega

nesse teu rio

de paixão e cio

Perco-me feliz em floresta rara

onde há sentimentos

que nos escravizam

sou escravo

e sou amo

do corpo que venero

que sendo eu escravo

ou sendo o senhor

desfolho

desfruto

cada vez que quero

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Escrito por Gonçalo de Assis às 19:17


1 comentário

De Norminha a 25.07.2007 às 20:55

Como é bom poder ter esse poema para ler e sonhar...

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